A vida em um dia: No dia 24 de julho, ajude a documentar um único dia na Terra


A Vida em Um Dia é uma experiência global histórica para criar o primeiro longa-metragem do mundo gerado por usuários: um documentário, filmado em um único dia, por você. Em 24 de julho, você terá 24 horas para documentar um trecho da sua vida com uma câmera. As filmagens mais interessantes e originais serão editadas na forma de um documentário experimental, produzido por Ridley Scott e dirigido por Kevin Macdonald.

Para participar  acesse http://www.youtube.com/lifeinaday?x=three

A vida em um dia: No dia 24 de julho, ajude a documentar um único dia na Terra

Sylvester Stallone faz piadas de mau gosto sobre o Brasil


FÁBIO M. BARRETO
Direto de San Diego
“Gravar no Brasil foi bom, pois pudemos matar    pessoas, explodir tudo e eles (os brasileiros) dizem  obrigado”, diz Sylvester Stallone, no painel de  divulgação de seu filme Os Mercenários, durante a  Comic-Con 2010. E se complicou ainda mais: ”  Obrigado, Obrigado e leve um macaco!”, disse,  imitando a voz de uma pessoa simplória.

Instigado pelo moderador do evento, Harry Knowles,  dono do famoso site Ain’t It Cool News, Stallone fez  piada com o Brasil e, finalmente, demonstrou seu  verdadeiro descontentamento com as filmagens no  Rio de Janeiro.

Depois de sugerir problemas com a equipe de  filmagem (cerca de 65 pessoas), em entrevista na  semana passada, e inclusive mencionar o assunto no  material oficial de divulgação do filme, o diretor e  ator transformou a violência local em piada ao  mencionar que foi necessário um grupo de 70  seguranças para garantir o bem estar de sua equipe.

Além disso, comentou o símbolo do B.O.P.E “os policiais de lá usam camisetas com uma caveira, duas armas e uma adaga cravada no centro; já imaginou se os policiais de Los Angeles usassem isso? Já mostra o quão problemático é aquele lugar”.

A lavagem de roupa suja terminou com uma menção ao fato de “podermos ter explodido vários prédios, todos ficaram felizes e ainda trouxeram cachorros-quentes para aproveitar o fogo”.

Sylvester Stallone faz piadas de mau gosto sobre o Brasil

Dablioguest: 12 Stones – It Was You


Dablioguest: 12 Stones – It Was You

Se o vídeo do site não dar certo para você, tenta fazer login no Youtube,  google ou assiste aqui!AQUI

Qual vídeoclipe indicaria para nós do dabliovips ?

Deixe sua proposta aos comentarios.

12 Stones
Dablioguest: 12 Stones – It Was You

Shrek vive crise de meia idade em 3D no quarto filme da série


Shrek está em crise, mas não sabe disso. Casado, com três filhos e uma mulher apaixonada, ele enfrenta as agruras da vida em família. Mais: não consegue lidar com o peso da fama. Tudo isso faz parte de “Shrek Para Sempre”, quarto episódio da bem sucedida série de animação da Dreamworks. O filme entra em cartaz nesta quarta (7), em pré-estreia em cinemas selecionados – nas versões convencional e 3D, em cópias legendadas e dubladas. Se não é o melhor segmento até agora, certamente é o mais elaborado – incluindo o humor e a trilha sonora.

Para fugir da realidade que pesa sobre seus ombros na fabulosa Tão Tão Distante, Shrek cede à tentação de trocar um dia qualquer de sua vida por 24 horas do velho anonimato que lhe permitia alguns prazeres simples, como tomar banho de lama sem ser importunado. Quem faz a proposta indecente para o ogro é Rumpelstiltskin, o duende das fábulas dos irmãos Grimm, aqui apresentado como um pequeno negociador cínico, mesquinho e autoritário.

Jogado em uma “realidade” paralela, Shrek reencontra com seus amigos, que mal o reconhecem, e descobre que jamais existiu. Descobre ainda que o contrato mágico que assinou traz nas letras miúdas um truque: o ogro só será libertado desse mundo sombrio por obra de um beijo apaixonado. Em outras palavras, só o amor verdadeiro o libertará. Para isso, ele terá que encontrar e convencer Fiona, líder da “resistência ogra”, de que viveram uma vida juntos e são apaixonados.

Mike Mitchell, cineasta escolhido para dirigir “Shrek Para Sempre”, fez o que se esperava diante da tendência hollywoodiana de investir na tecnologia para superar o êxodo das salas: apostou na história. Se o filme parece mais sério e sombrio do que os anteriores, há menos vontade de fazer rir a todo instante e a qualquer custo. A história e os personagens mandam mais do que qualquer outra coisa e contemplam todos os públicos – das crianças aos seus avós, passando pelos pais.

O que leva, nos dias de hoje, à questão inevitável: e o 3D? Concebido desde o início como um filme que seria apresentado em terceira dimensão, “Shrek Para Sempre” carrega todos os problemas da nova tecnologia: é mais escuro, os planos próximos sào escassos, as cores nào tão brilhantes. Nada disso, no entanto, impede o espectador de vivenciar a experiência de uma boa história, repleta de referências literárias e contemporâneas. Que é o que se espera de um bom filme.

Shrek vive crise de meia idade em 3D no quarto filme da série

Tom Cruise e Cameron Diaz: interação explosiva e divertida


Encontro explosivo (que estreia em 16 de julho) não me causou nenhuma atração quando fui convidada a assistir à sessão fechada à imprensa. Pensei que fosse perder a manhã da minha sagrada quarta-feira. Com todo o desdém do mundo, fui ao cinema; e me surpreendi. Adoro ser surpreendida! O filme é divertidíssimo, dei muitas risadas e saí da projeção com a alma lavada – e com uma ponta de vergonha pelo tolo preconceito.

Ele atira e explode coisas, ela não sabe o que fazer

Tom Cruise e Cameron Diaz protagonizam esse filme que é ao mesmo tempo ação, comédia e romance (para quem é fã, os dois virão ao Rio no dia 6 de julho à pré-estreia do filme). Ele é Roy Miller, agente secreto da CIA, e ela, June Havens, gente como a gente e dona de uma oficina de carros antigos herdada do pai. Com esse perfil, nada condizente com filmes de ação, June cai no meio de mortes e explosões e não sabe o que pensar nem como agir (se fosse eu, choraria muito). Tudo parece um grande pesadelo, no começo. Porque todos os medos e desafios que ela enfrenta tornam sua história com Roy muito sensual e prazerosa.

Ele, por sua vez, é o estereotipado agente durão, sem sentimentos e obcecado pelo sucesso de suas empreitadas. É como ver o herói Ethan Hunt, de Missão impossível, rir de si mesmo. Ele começa a gostar da moça, mas ninguém consegue entender qual é seu plano ou de que lado está – dos mocinhos ou dos bandidos. Essa mistura de realidades totalmente opostas permite cenas hilárias, como uma sequência em que June está sedada, mas consegue ver fragmentos por onde passa: está em um carro, depois pulando de um pára-quedas e, então, a bordo de uma lancha. Ela acorda deitada numa rede, numa ilha deserta, vestindo biquíni. “Como estou usando isso?”, pergunta, receosa,referindo-se ao biquíni. “Eu sou capaz de desarmar uma bomba com um clipe e uma bala de menta. Você acha que não sou capaz de trocar sua roupa de olhos fechados?”, responde Roy. “Não que eu tenha feito isso…”, complementa, sacana. Em filmes tradicionais de ação, todas as cenas até a ilha seriam amplamente exploradas pela câmera e a mocinha jamais perguntaria por que, raios, está vestida daquele jeito. Outra cena bizarra é um tiroteio no meio da tourada da festa de São Firmino, na Espanha. Ou, ainda, quando um assassino fica pendurado num trem por bagos de linguiça. “Morre logo”, alguém grita na cena. Hilário.

Como em todos os filmes de ação, os personagens correm a todo tempo. Mas a trama é orginal e divertida

Ao contrário do que diz o diretor, James Mangold (de Johnny e June e Os Indomáveis), eu acho que Encontro explosivo é uma sátira, quase uma paródia dos filmes de ação. Ele diz que não, que vira as séries Bourne, Missão impossível e James Bond de cabeça para baixo e encontra novas abordagens. Para mim, Mangold está sendo eufemista.

O filme vai entreter quem gostou de Sr e Sra Smith, por exemplo. Ao mesmo tempo em que é ação – por pior que isso possa representar a quem não gosta de filmes que SÓ têm explosões, carros em movimento e tiroteios –, traz um elemento novo à trama: a richa entre um casal de matadores profissionais ou uma restauradora de carros antigos que nada entende de armas, ou lutas, ou intrigas do Estado.

Tom faz todas as cenas de ação sem usar dublê, porque “acrescenta algo ter a câmera lá com o Roy o tempo inteiro”. E Cameron também: ela passou uma semana cheia de torções, cortes e hematomas. Tanto que, na entrega do Globo de Ouro deste ano, apareceu com inchaços nos braços e com os joelhos ralados. “Adorei!!”, ela disse. Eles realmente estão entrosados no filme – e parecem se divertir bastante.

Tom Cruise e Cameron Diaz: interação explosiva e divertida

Sony anuncia que o novo Homem-Aranha será o ator Andrew Garfield


nota oficial à imprensa, a Sony Pictures Entertainment confirmou nesta quinta-feira (1) o fim de sua longa busca por um novo protagonista para os filmes da franquia’Homem-Aranha’. De acordo com nota da revista Variety, o novo intérprete do personagem Peter Parker será o jovem (e relativamente desconhecido) Andrew Garfield.

‘O Homem-Aranha é um herói clássico,’ afirmou a produtora Amy Pascal, da Sony Pictures Entertainement. ‘Um jovem rapaz que equilibra a responsabilidade de servir a humanidade com a timidez e normalidade de alguém que tenta encontrar sua identidade’. Segundo Amy, o estúdio tentou encontrar um ator que pudesse exprimir tanto a vulnerabilidade da juventude como força e confiança de um personagem lendário das histórias em quadrinhos. ‘E nós encontramos este ator em Andrew Garfield’.

Neste momento, o ator se junta ao diretor Marc Webb (‘500 Dias Com Ela’) no projeto de um ‘Homem-Aranha’ que vai mostrar a adolescência do herói da Marvel. O longa-metragem tem estréia prevista para o dia 3 de julho de 2012 nos Estados Unidos e será rodado em 3D.

Norteamericano de 26 anos, Garfield participou recentemente do longa ‘O Imaginário do Doutor Parnassus’ e poderá ser visto, ainda este ano, no elenco de ‘The Social Network’, filme que narra a trajetória dos criadores do Facebook, e em ‘Never Let Me Go’, romance dirigido por Mark Romanek e que tem ainda Keira Knightley no elenco.

Sony anuncia que o novo Homem-Aranha será o ator Andrew Garfield

“Vocês vão amar Andrew Garfield como Peter Parker”, promete Marc Webb, diretor da nova fase de “Homem-Aranha”


O QUE VOCÊ ACHA DO NOVO HOMEM-ARANHA?

Depois de várias especulações sobre substituto de Tobbey Maquire na nova fase da franquia do Homem-Aranha, veio a confirmação: o nome escolhido para o papel de Peter Parker é Andrew Garfield. O anúncio foi feito na noite desta quinta (1) pelo próprio Marc Webb em evento surpresa da Sony, em Cancún, no México, para a imprensa internacional. Durante o dia, Garfield havia participado de entrevistas sobre seu novo papel em ”The Social Network”, filme de David Fincher sobre os criadores da rede social Facebook.

De manhã, ao lado de Justin Timberlake e Jesse Eisenberg, Garfield falava baixo e manso, sem dar pistas sobre o novo papel. Mais tarde, ao apresentá-lo como o Homem Aranha da nova série de filmes, Webb não poupou elogios ao ator e o descreveu como “uma combinação de inteligência, perspicácia e humanidade”. “Gravem minhas palavras, vocês vão amar Andrew Garfield como Peter Parker”, prometeu Webb. O primeiro episódio da nova fase está previsto para chegar às telas em 3 de julho de 2012, no formato 3D.

Nos Estados Unidos

“O Homem-Aranha é um herói clássico,” afirmou a produtora Amy Pascal, da Sony, em entrevista à revista Variety. “Um jovem rapaz que equilibra a responsabilidade de servir a humanidade com a timidez e normalidade de alguém que tenta encontrar sua identidade”. Segundo Amy, o estúdio tentou encontrar um ator que pudesse exprimir tanto a vulnerabilidade da juventude como força e confiança de um personagem lendário das histórias em quadrinhos. “E nós encontramos este ator em Andrew Garfield”.

Norte-americano de 26 anos, Garfield participou recentemente do longa “O Imaginário do Doutor Parnassus” e poderá ser visto, ainda este ano, no elenco de “The Social Network”, filme que narra a trajetória dos criadores do Facebook, e em “Never Let Me Go”, romance dirigido por Mark Romanek e que tem ainda Keira Knightley no elenco.

“Vocês vão amar Andrew Garfield como Peter Parker”, promete Marc Webb, diretor da nova fase de “Homem-Aranha”

Divulgadas as primeiras cenas de Tropa de elite 2


Capitão Nascimento vai combater milícias no filme que estreia em outubro. Sequência vai começar 13 anos depois do final do primeiro longa-metragem.

Foram divulgadas terça-feira (29) as primeiras cenas de “Tropa de elite 2”.

Nas imagens, é possível ver que o filme se passa em 2010. No início, um helicóptero sobrevoa a cidade, com Nascimento dentro. Enquanto sobrevoa, ele fala:

“Para certas pessoas a guerra é a cura, a guerra funciona como uma válvula de escape. E eu fui sempre assim, parceiro.”

O vídeo também mostra a entrada de Nascimento na secretaria de Segurança Pública, sendo chamado de coronel, e o aumento da importância do Bope, Batalhão de Operações Especiais, sistema de policiamento do estado. Veja ao Trailer.

“Eu transformei o Bope numa máquina de guerra”, comenta Nascimento.

Há ainda imagens de tiroteios em favelas e de uma rebelião em Bangu 1 e o embate de Nascimento com Fraga, um defensor dos direitos humanos interpretado por Irandhir Santos.

Junto com as cenas, a assessoria do filme também soltou uma sinopse do longa-metragem, que deve estrear em outubro. Segundo o resumo divulgado, Nascimento (Wagner Moura), 13 anos mais velho que no primeiro filme, vai combater milícias em “Tropa 2”. Mas, ao tentar acabar com o problema, percebe que a questão está bastante enraizada. Confira a sinopse divulgada:

“Nascimento enfrenta um novo inimigo: as milícias. Ao bater de frente com o sistema que domina o Rio de Janeiro, ele descobre que o problema é muito maior do que imaginava. E não é só. Ele precisa equilibrar o desafio de pacificar uma cidade ocupada pelo crime com as constantes preocupações com o filho adolescente. Quando o universo pessoal e o profissional de Nascimento se encontram, o resultado é explosivo. Tropa de Elite 2, agora é pessoal.”

Wagner Moura (direita) está de volta ao papel de capitão Nascimento; à esquerda, Emilio Orciollo Neto

No elenco, além de Moura e Santos, vão participar do filme: Pedro Van Held, como Rafael, o filho de Nascimento; Irandhir Santos, Seu Jorge, como o bandido Beirada; Tainá Müller, como a jornalista Clara e Emilio Orciollo Neto, como Valmir. Além dos atores que participaram do filme anterior: Maria Ribeiro, que interpreta Rosane, a mulher de Nascimento, André Ramiro, como Matias e Milhem Cortaz, como o capitão Fábio.

Transformação
Padilha conta que no novo filme capitão Nascimento sofrerá uma transformação. “No ‘Tropa 1’, o Nascimento não tinha um arco dramático, ele começava e terminava do mesmo jeito. No segundo, o desafio é ter uma transformação do personagem”, disse o diretor, que afirma ter se baseado em pesquisa com policiais da vida real para escrever o roteiro da sequência.

O diretor revelou que na nova trama, o protagonista enfrenta problemas com seu filho, agora um adolescente, que será intepretado pelo estreante Pedro Van Held. “Ele agora tem uma família. Como um policial explica para seu filho o que faz no trabalho? É essa reflexão que queremos levantar”, afirmou.

“O Nascimento passa por um processo de amadurecimento, que tem a ver com o conceito de consciência e com a idade dele”, disse Wagner Moura.

Maria Ribeiro será, novamente, Rosane

Pirataria
Padilha já disse que vai conseguir controlar o vazamento de cópias do filme.

“Temos esperança de lançar o novo filme sem pirataria”, disse o diretor José Padilha, fazendo referência aos problemas de vazamento enfrentados pelo longa-metragem original, que chegou à internet e aos camelôs antes de estrear nos cinemas.

“Estamos tomando cuidados especiais com a segurança e temos um orçamento para isso”, disse o cineasta. Ele contou que apenas um número limitado de pessoas terá acesso aos processos de finalização do filme, que acontecerão em uma espécie de “bunker”, com entrada controlada. “Vamos montar o filme dentro de um caveirão”, brincou Padilha.

Sucesso
Com orçamento aproximado de R$ 16 milhões, “Tropa 2” tem roteiro assinado por Braulio Mantovani, que escreveu o primeiro longa, e será novamente fotografado por Lula Carvalho.

O filme original conseguiu notoriedade ao se tornar um sucesso inicialmente no mercado pirata de DVDs. Estima-se que mais de 10 milhões de pessoas tenham assistido à versão não-oficial da produção. Nos cinemas, a produção ultrapassou os 2 milhões de espectadores. O longa abocanhou vários prêmios, sendo o principal deles o Urso de Ouro, do Festival de Berlim.

Em 'Tropa 2', Irandhir faz um professor que luta pelos direitos humanos

O Capitão Nascimento terá que lidar com o fato de sua ex-mulher (Maria Ribeiro) ter se casado com o político que odeia seus métodos. A reviravolta acontece quando o filho do ex-casal é sequestrado, Nascimento e o deputado se unem para tentar resolver o caso.

Outra versão da história, que circulou na imprensa, apresentava Nascimento afastado do BOPE e trabalhando na Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro.

Selton Mello confirmou sua participação e as gravações tem previsão de começar no início de 2010, com direção de José Padilha e roteiro de Bráulio Mantovani.

Divulgadas as primeiras cenas de Tropa de elite 2

Veja Fotos de Harry Potter e as Relíquias da Morte


Confira aqui as Fotos da Filmagem

Veja o Trailer

Veja Fotos de Harry Potter e as Relíquias da Morte

Trailer oficial de Harry Potter e as Relíquias da Morte


A ansiedade dos fãs é grande para ver “Harry Potter e as Relíquias da Morte” e, nesta terça (29), a Warner divulgou o trailer legendado do filme. Nele, vemos cenas da luta entre Harry e Voldemort e também o beijo do bruxinho e de Gina Weasley.

A distribuidora também liberou novas fotos de divulgação do filme, incluindo novas cenas com Voldemort, dragões e um abraço de Rony e Hermione.

“As Relíquias da Morte” é o último filme da série e será dividido em duas partes. A primeira delas estreia em novembro e a segunda só em julho de 2011.

Daniel Radcliffe fala do fim das filmagens de “Harry Potter”: “todos choramos muito”

Nesta semana, Daniel Radcliffe usou a varinha de Harry Potter pela última vez, já que chegaram ao fim as filmagens do último filme da série. E, segundo o astro, nem ele e nem seus colegas ficaram felizes em se despedir de Hogwarts. “Todos estavam inconsoláveis. Foi muito, muito triste. Nós choramos muito”, disse o ator durante a premiação Tony Awards na noite de domingo.[13/06/10]

Daniel Radcliffe

“Harry Potter e as Relíquias da Morte” será lançado em duas partes, a primeira delas com estreia prevista para o fim de 2010 e o segundo para julho de 2011.

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Veja Fotos

Trailer oficial de Harry Potter e as Relíquias da Morte

O Amor Não Tira Férias


Sinopse

Nessa comédia natalina que fala sobre mudanças de vidas por causa de novos ares, Amanda Woods e Iris Simpkins são duas mulheres que vivem completamente distante uma da outra, na verdade, elas vivem em dois pontos completamente opostos da Terra.

Mas as duas possuem algo em comum: estão cansadas da vida que levam e precisam desesperadamente mudar de ares, para poder se renovarem.

É aí que as duas se conhecem pela Internet e resolvem colocar em prática um plano maluco: resolvem trocar de casas justamente nos feriados natalinos, ou seja, Amanda vai viver na casa de Iris, e Iris na casa de Amanda.

É nessa troca que elas descobrem que uma mudança de endereço pode mudar uma vida.



POR OUTROS OLHOS

Iris Simpkins (Kate Winslet) escreve uma coluna sobre casamento bastante conhecida no Daily Telegraph, de Londres. Ela está apaixonada por Jasper (Rufus Sewell), mas logo descobre que ele está prestes a se casar com outra. Bem longe dali, em Los Angeles, está Amanda Woods (Cameron Diaz), dona de uma próspera agência de publicidade especializada na produção de trailers de filmes. Após descobrir que seu namorado Ethan (Edward Burns) não tem sido fiel, Amanda encontra na internet um site especializado em intercâmbio de casas. Ela e Iris entram em contato e combinam a troca de suas casas, com Iris indo para a luxuosa casa de Amanda e esta indo para a cabana no interior da Inglaterra de Iris. Logo a mudança trará reflexos na vida amorosa de ambas, com Iris conhecendo Miles (Jack Black), um compositor de cinema que trabalha com Ethan, e Amanda se envolvendo com Graham (Jude Law), irmão de Iris.

O filme foi parcialmente rodado em Los Angeles, Godalming, Surrey e em vilas próximas a Wonersh e Shere. As cenas do exterior da casa da personagem de Cameron Diaz foram rodadas em San Marino, Califórnia. O interior da casa de Amanda foi construído numa boa fase e custou aproximadamente $1 milhão, sem paredes exteriores, telhado, canalização, aquecimento e eletricidade.

A primeira localização que a personagem de Cameron Diaz vai em suas férias – The Costwolds – é a região em que Kate Winslet vive na vida real.

Quando Iris (Kate Winslet) está levando Arthur (Eli Wallach) de carro pra casa, ele pergunta a ela de qual parte da Inglaterra ele veio. Ela diz “Surrey” a que ele responde: “Cary Grant foi de Surrey”, explica ele porque Cary Grant Bristol lhe disse uma vez. Ele era realmente de , cerca de 100 milhas a oeste de Surrey.

Fique agora com um Trailer do grandioso filme – O Amor Não Tira Férias com um pedido de Priscila Siqueira.

O Amor Não Tira Férias

Alice no País das Maravilhas | Recriando Alice


Tim Burton é famoso por sua criatividade, capaz de (re)criar universos próprios que, por si só, valem o ingresso. Assim fez com Batman, Beetlejuice, Willy Wonka, Sweeney Todd e tantos outros. Esta característica de imediato gerou um frisson em torno de Alice no País das Maravilhas. Afinal de contas, o ambiente altamente lisérgico criado por Lewis Carroll era um prato cheio para Burton. Mais até do que o uso do 3D ou as presenças de Johnny Depp e Helena Bonham Carter, parceiros de longa data, era a imaginação do diretor o chamariz principal. Quanto a isto, seu novo trabalho não decepciona. Burton vira do avesso a clássica história, modificando personagens, dando maior ou menor importância dentro da trama, inserindo novos rumos… Só que, em meio a tantos desvarios, faltou o principal: transmitir emoção ao espectador.

Talvez seja sinal dos tempos. A tecnologia 3D é capaz de impressionar com suas imagens, como já demonstrou Avatar, mas estas não necessariamente produzem impacto emocional – a não ser de espanto, pela sua própria beleza. Alice no País das Maravilhas é um verdadeiro delírio visual, onde fica nítido que cada detalhe em cena recebeu atenção para provocar tamanho efeito a quem o assiste. É nesta ambientação que Tim Burton brilha. Os personagens amplamente conhecidos são transformados, de forma que a passagem de Alice pelo País das Maravilhas não seja um mero passeio mas uma verdadeira aventura.

Para atingir este objetivo, foi inevitável modificar a história. A começar por Alice, agora uma jovem mulher cortejada para se casar em breve. O ambiente real, rígido e com destino pré-estabelecido, serve de contraponto à surrealidade existente logo após a jovem partir atrás do coelho branco. Assim que isto acontece entram em cena os efeitos especiais, ampliados pelo 3D. O mundo onírico passa por detalhes como a vegetação e vai até a mudança física de certos personagens, como a Rainha de Copas (Helena Bonham Carter, ótima). Além de seu gênio irascível, ela agora é dona de uma descomunal cabeça. Motivo suficiente para criar um trauma de infância, importante no desenvolvimento do confronto com uma personagem ausente no clássico desenho da Disney, a Rainha Branca (Anne Hathaway, um pouco artificial devido aos movimentos excessivamente delicados).

Mas aonde entra Alice nesta trama? Ela é a escolhida, aquela que pode trazer paz ao País das Maravilhas. Assim como no mundo real, seu destino está traçado: enfrentará o perigoso dragão da Rainha de Copas no Dia Frabuloso. Original? Claro que não, mas isto não é tão importantante neste caso. A transformação da história tem relevância maior, de forma que a tarefa de Alice permita o surgimento de uma nova subtrama. Além de seu passeio pelo País das Maravilhas, agora Alice é peça chave no confronto entre as duas rainhas. Mais do que isto: possibilita a inserção de cenas de ação, sempre essenciais nas grandes produções hollywoodianas. Bingo!

Mais até do que a disputa entre as rainhas, chama a atenção o comportamento de seus súditos. É a típica questão em torno de um governo ditatorial, aplicada nos personagens. Entre eles está o Chapeleiro Louco de Johnny Depp. Famoso por suas transformações a cada filme, Depp cria um personagem entre a loucura e a sabedoria acerca da situação política do local onde vive. Seria a loucura mero pretexto? A pergunta, não respondida, deixa a pensar. Independente dela, a impressão que fica é que Depp está aprisionado à caracterização e aos efeitos especiais de seu personagem. Trata-se de um trabalho correto, mas sem brilho próprio. Assim como quase todos os integrantes do elenco, com exceção à já citada Helena Bonham Carter e a Alan Rickman, com sua voz inconfundível na pele da Lagarta.

Alice no País das Maravilhas é um filme que vale muito a pena ser visto, se possível em 3D. Pelo visual deslumbrante, por Helena Bonham Carter e, em especial, pela recriação do universo de Lewis Carroll. Mais do que um roteiro cuja trama principal é, de certa forma, previsível, trata-se de um filme onde os detalhes têm importância crucial. É filme para admirar o quanto Tim Burton e a roteirista Linda Woolverton tiveram que usar a cabeça para trazer algo de novo a personagens tão conhecidos. Mas não se engane, não é também a obra prima que muitos esperavam. O próprio Burton tem trabalhos melhores em sua filmografia. O que, de forma alguma, diminui o prazer que é acompanhar esta viagem ao criativo e louco País das Maravilhas.

Alice no País das Maravilhas | Recriando Alice

Alice no País das Maravilhas | Boa viagem


A maior certeza que alguém pode ter quando entrar na sala escura para assistir este filme é que vai ver um grande espetáculo de cores, digno do universo criado por Lewis Carroll.

Quem conhece um pouco do estilo Tim Burton de fazer cinema, e gosta, vai se sentir em casa. Por outro lado, quem não é fã poderá até se render porque Alice no País das Maravilhas, talvez, seja o mais comercial dos estranhos (e ótimos) filmes que ele realizou. Não só pelo fato de ser uma história conhecida, mas porque até os delírios sombrios de Alice (Mia Wasikowska) foram atenuados pelas cores, contrastes e o brilho dos personagens.

É interessante notar, por exemplo, como o espectador cai facilmente com ela nos subterrâneos e vivencia essa aventura regada a inveja, falsidade, deboche, sarcasmo e, claro, loucura. Com diálogos inspirados e, ao mesmo tempo, confusos graças ao “frabuloso” vocabulário criado por Carroll, o longa encanta do começo ao fim com um roteiro sem espaço para “barrigas” e que passa rápido.

Os efeitos especiais são belíssimos e quem tiver a oportunidade de assistir em 3-D vai se deliciar. As sequências de ação entre personagens reais e virtuais são incríveis. E até mesmo as partes mais “pesadas” como o fosso das cabeças cortadas tornam-se ilustrações indispensáveis no longa que é um verdadeiro passaporte para o devaneio.

Uma curiosidade é o momento “Jeannie é um gênio” quando Alice está dentro de um bule, mas o destaque, sem sombra de dúvida, é a coesão do elenco e a riqueza dos personagens onde a Rainha Vermelha (Helena-Bonham Carter) é – disparada – a melhor em cena. O visual e a interatividade dos soldados da rainha, do Gato Risonho e a Lagarta (Absolem), por exemplo, são de tirar o chapéu (sem trocadilho), além do Chapeleiro Louco (Johnny Depp) que sapeca humor em todas as brechas possíveis da história.

E assim, mergulhado neste universo não é difícil se perceber numa espécie de loucura coletiva junto com os outros espectadores, onde o bom gosto, a criatividade e a tecnologia juntaram forças para gerar encantamento e satisfação. Alice no País das Maravilhas é uma viagem de ida e volta, mas como diz o personagem principal, você vai sentir saudades quando acordar.

Alice no País das Maravilhas | Boa viagem

Fúria de Titãs | Frágil e pouco envolvente


Hollywood vem sofrendo de uma carência criativa absurda nos últimos anos. De uns tempos para cá, refilmar tornou-se a galinha dos ovos de ouro para os estúdios. Agora,  o 3-D parece a descoberta da pólvora. O problema é que está provado que não basta ter os elementos de uma fórmula. É preciso saber usá-los, caso contrário a coisa pode explodir. Fúria de Titãs é fruto desta experiência e o resultado pode ser devastador para muita gente.

Aguardado por muitos que gostam do tema ou até mesmo por aqueles que tiveram a oportunidade de ver o original, esta novidade pode não agradar por vários motivos.

Sob o pretexto de contar a interessante história de um semideus (Perseus/Sam Worthington) que poderá mudar o rumo das relações entre os deuses do Olimpo e os reles mortais, o roteiro é frágil, rápido e pouco envolvente, com seu conteúdo contado pelo personagem Io (Gemma Atterton), espécie de “guru” do herói ao longo da trama.

Worthinton, por coincidência ou não, volta para um personagem que questiona sua origem (“Não sou filho de ninguém!”) como aconteceu em Exterminador do Futuro – A Salvação e o resultado é uma atuação fraca e um personagem pouco consistente. Basta dizer que de uma hora pra outra, ele que insistia em negar sua origem, vira líder dos guerreiros e, como disse o baixinho e marrento jogador de futebol brasileiro, já quer sentar na janela!? Não dá.

Entre as curiosidades, a espada mágica do herói, certamente, vai fazer muita gente lembrar do sabre Jedi e a perseguição aérea com o Pégaso remete para sequências de Harry Potter. E por que, descontada possível ignorância deste que vos escreve, Perseus usa cabeça raspada no meio de tantos cabeludões?!?

Com bons figurinos, bons atores em cena (Liam Neeson e Ralph Fiennes), trilha coerente e alguns efeitos especiais bem produzidos, algumas situações bizarras como o combate com os escorpiões, por exemplo, meio que colocam tudo a perder porque soam engraçadas. E, definitivamente, essa coisa de botar humor pasteurizado em tudo está azedando os roteiros.

Contudo, mais triste do que não se sentir envolvido por esta grande aventura que queria ser épica é se deparar com defeitos gritantes de conversão (para o 3-D depois de pronto), revelados pelos indefectíveis óculos do momento antipirataria. Foi assustador. Hades, que vive do medo, teria amado.

Então fica a pergunta: Por que não deixaram o original em paz e investiram o dinheiro em algo, realmente, novo?

Fúria de Titãs | Frágil e pouco envolvente

O Golpista do Ano | Livre do armário, preso no sentimento


Aguardado por muitos que estavam curiosos para saber como seria o filme estrelado por Jim Carrey, Rodrigo SantoroEwan McGregor, O Golpista do Ano e integra aquela lista de filmes difíceis de se classificar o gênero e, por consequência, o resultado final.

Na história, Steven (Carrey) é um policial casado que não aceitava o fato de ter sido abandonado pela mãe quando criança. Mas o que parecia ser importante torna-se pequeno quando ele descobre, após um violento acidente de carro, que sua verdadeira felicidade estava em sair do armário: “Vou ser uma bichona!”

Com a nítida vontade de chocar o público, a cena que ilustra a sua “entrada” como ativo no universo gay é escancarada e pode causar desconforto em muita gente e prazer em outros. Em seguida, ele revela candidamente o porquê de ter passado a praticar golpes ao constatar que para ser gay tem que ter dinheiro e a formação escolar dele não permitia voos maiores.

E assim, praticar falcatruas (“sem machucar ninguem”) surgiu naturalmente e o incrível, já que baseado em fatos reais, era o talento nato para as armações. Dotado de uma vontade ímpar de vivenciar o amor, Steven foi capaz de tudo para curtir este sentimento. Na prisão, de onde fugiu diversas vezes, era o rei dos privilégios com sua lábia. E foi lá que ele conheceu Phillip Morris (McGregor) seu grande amor, uma vez que sua primeira paixão, Jimmy (Santoro), era parte de um sofrido passado. A sequência em que ele apresenta o local para um novato e resume a solução para tudo ao ”pagamento de um boquete”, nome popular para o felatio, é hilária.

O filme pode funcionar como uma crítica a ignorância dos americanos, seus valores, e sacaneia, de certa forma, a política de George Bush e o Estado do Texas, ambos vítimas de seus inúmeros golpes. Mas arrisco dizer que não será raro o espectador sentir dificuldades de se envolver na trama e buscar entendimento.

Com este argumento pra lá de maluco, os diretores e roteiristas de produções do tipo Como Cães e Gatos se aventuraram num campo minado para os conservadores e riquíssimo para aqueles que buscam novidade. Então qual é o problema de O Golpista do Ano ?

A impressão que dá é que o roteiro ficou perdido. Ao transitar entre uma comédia escrachada e um drama, a história de amor entre dois homossexuais (verdadeiro tema do filme) acaba ficando meio espremida, com raros momentos, de fato românticos, resumindo-se a diminutas cenas como uma dança ou um beijo, algo bastante comedido, embora cheios de intensidade e boas intenções.

Esta confusão, inclusive, pode ser o real motivo do triste título que o filme recebeu no Brasil. Portanto, não espere encontrar o filme do ano, mas não chega a ser um golpe em seu bolso.

O Golpista do Ano | Livre do armário, preso no sentimento

Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo | Um novo Piratas do Caribe?


Jerry Bruckheimer já era um produtor consagrado antes de Piratas do Caribe – A Maldição do Pérola Negra. Entretanto, foi o filme protagonizado por Johnny Depp que o colocou, definitivamente, no panteão de Hollywood. Não apenas pelos muitos milhões de dólares arrecadados, mas por ter encontrado a fórmula para adaptar um brinquedo de parque de diversões. Por este ângulo, não é de se espantar que Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo, baseado em um popular jogo de videogame dos anos 80, chegue agora aos cinemas por suas mãos.

A bem da verdade o grande objetivo é repetir o sucesso de Piratas do Caribe e, para tanto, vários elementos foram aqui aplicados. A começar pelo roteiro, que lembra bastante o do terceiro filme da série estrelada por Jack Sparrow, pelas idas e vindas dos personagens principais sem avançar na história. É isso mesmo, há um bom trecho de Príncipe da Pérsia em que basicamente nada acontece. Nada em termos de desenvolvimento da trama, é bom ressaltar, pois há sempre algum tipo de ação na tela. Esta é outra característica de Piratas aqui aplicada.

A história é centrada em Dastan (Jake Gyllenhaal, anabolizado e mais uma vez inexpressivo), que ainda criança foi adotado pelo rei Sharaman. Já adulto, ele mantém um ar de adolescente exibicionista. É o que o impulsiona a ajudar na invasão de uma cidade, passando por cima das ordens do irmão. Por acaso encontra uma estranha adaga, que guarda consigo. Apresentado à princesa Tamina (Gemma Arterton, irritante quando se torna a jovem indefesa), indicada para ser sua futura esposa, ele passa a ter que cuidá-la quando é acusado de tramar o assassinato do pai. Para completar, Tamina deseja recuperar a adaga, que guarda o valioso poder da viagem no tempo.

O principal ponto positivo do filme é a fidelidade ao jogo, em especial pelo lado visual. As perseguições no teto das casas e movimentos do protagonista, como seus saltos e a forma como se esconde no corpo de um cavalo, são idênticos aos do videogame. Além disto funcionam em tela grande, proporcionando uma bela plasticidade. As cenas de ação são também bem feitas, dignas do orçamento de US$ 150 milhões. Todas as cenas envolvendo viagem no tempo e a “montanha russa de areia”, no final, merecem destaque.

Entretanto, há também problemas – e eles são bem relevantes. O elenco coadjuvante é inexpressivo, muito pela falta de carisma e até de utilidade dos próprios personagens. A princesa Tamina de início provoca um bom embate com Dastan, pois estão em pé de igualdade. A partir do momento em que ela se rende aos encantos do príncipe, tudo muda. Torna-se a típica princesa histérica, sempre pronta a gritar pelo amado ao menor perigo iminente. Além disto, há um punhado de diálogos terríveis, de estilo impactante como “Deixe o impossível para mim” ou de piada sem graça, como “Pode me revistar à vontade, mas terá que ser bem detalhista”. Apenas tentativas frustradas de criar clima para os personagens.

Como um todo, Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo é um filme mediano. Traz de volta uma fórmula de reconhecido sucesso, tentando aplicá-la sobre novos elementos. Às vezes funciona, em outras não. Independente disto, é um filme de ação que consegue capturar a atenção e, em alguns momentos, divertir. Objetivo primário do cinema produzido por Jerry Bruckheimer, que nada mais deseja do que ver seu novo produto faturando alto nas bilheterias.

Príncipe da Pérsia – As Areias do Tempo | Um novo Piratas do Caribe?